Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017  
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CONSULTORIO ESPECIALIZADO EM GINECOLOGIA, OBSTETRICIA & ESTETICA GENITAL FEMININA

 
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Infertilidade

"A Infertilidade Conjugal é definida como a incapacidade de conceber após 2 anos consecutivos de relações sexuais regulares, sem uso de métodos contraceptivos" ( Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia,FIGO).

Segundo a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, o diagnóstico de Infertilidade pode ser dado após um ano de tentativas sem sucesso.

A Infertilidade pode ser primária quando a mulher nunca concebeu antes ou secundária, quando a paciente já possui filhos e passa a apresentar dificuldades em engravidar, apesar de atividade sexual regular.

Causas Femininas

Fator Hormonal(15%): disfunções hormonais que alterem o ciclo menstrual causando diminuição ou inibição da ovulação. Como causas mais comuns pode-se citar a Síndrome dos Ovários Policísticos, Disfunções da Tireóide, Hiperprolactinemia e Endometriose;

FatorTubo-Peritonial(35%): Obstrução Tubária secundária a alterações anatômicas, infecções, cirurgias ou Endometriose;

Fator Uterino (3%)/Cervical (3%):malformações uterinas, infecções, sequelas de cirurgias e fatores imunológicos;

Doenças Auto-Imunes: Lupus Eritematoso Sistêmico, por exemplo;

Alterações Genéticas: anomalias do cariótipo;

Infertilidade sem Causa Aparente(10%); 

Causas Masculinas (35%)

Alterações na quantidade dos espermatozóides (STZS): oligoespermia (diminuição) e azoospermia (ausência);

Alterações na morfologia dos espermatozóides: causas genéticas ou secundárias a infecções, uso de álcool, drogas, medicamentos, entre outros;

Alterações na mobilidade dos espermatozóides;

Alterações dos Testículos: varicocele (26%), hidrocele, lesão testicular;

Infecções do Trato Genital Inferior (14%): uretrites, epididimites,etc;

Criptorquidia (0,6%): caracteriza-se pela descida incompleta dos testículos para o escroto, permanecendo na região abdominal ou inguinal. Consequentemente, causa azoospermia;

Fatores Imunológicos (0,6%): presença de anticorpos antiespermatozóides;

Alterações Anatômicas;

Tumores Malignos: neoplasia de testículo.

Investigação

Histórica Clínica, Obstétrica e Sexual;

Dosagem Hormonal: descartar distúrbios hormonais;

Ultrassonografia Transvaginal: avaliar a reserva ovariana e a presença de patologias uterinas;

Histerossalpingorafia ou Histerossonografia: avaliar permeabilidade das tubas uterinas e patologias uterinas;

Histeroscopia: permite analisar com maior precisão a cavidade endometrial;

Videolaparoscopia: afastar presença de Endometriose, aderências pélvicas, patologias uterinas, obstrução tubária;

Estudo Imunológico;

Fator Masculino

Espermograma: análise da qualidade, motilidade e morfologia dos STZS;

Espermocultura: descartar presença de infecções;

Ultrassonografia Testicular: objetiva diagnosticar varicocele, hidrocele, entre outros;

Estudo Genético: avaliar o DNA do espermatozóide.

Tratamentos

A frequência das relações é extremamente importante para o êxito da concepção. Os espermatozóides podem sobreviver alguns dias no canal vaginal após a ejaculação, por outro lado, o óvulo tem uma meia vida de 12h. Portanto, quanto maior a frequência das relações, maior a probabilidade de gravidez.

O tratamento será indicado de acordo com a etiologia da Infertilidade, podendo ser clínico (coito programado, indução da ovulação), cirúrgico (cirurgias convencionais ou por videolaparoscopia) e Técnicas de Reprodução Assistida (Fertilização  "in vitro" e Inseminação Artificial).


 
 









 
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